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Vivemos no mesmo mundo mas em tempos difíceis. O ser humano consegue mostrar a sua desumanidade aquando cria outros seres para acabar com a sua própria espécie. Estou farto de gastar tempo a tentar acreditar que tudo irá ficar bem, que tudo irá melhorar. A minha fé na humanidade desgasta-se de uma forma alucinante. O que me salva é a compreensão de um ser superior ao qual estou ligado desde que existo. Não vou ficar refém do que não acredito. Não há sociedade ou governo que me retirem liberdade de ser e de estar perante a vida. Nasci livre e livre morrerei. Vou começar uma nova etapa na minha vida que exige o melhor de mim e é nisso que me quero focar, tudo o resto que me consome, irá ficar para trás, para quem sabe um dia, poder voltar a caminhar ao meu lado. As minhas escolhas tornaram-se naquilo que sou e não me arrependerei disso.

Livra-te dos pensamentos e palavras dos outros, encontra a tua voz e serás livre.

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Carlota

Já escrevi e apaguei textos ao longo destes quinze anos de vida neste mundo digital. Hoje reconheço que a vida digital é tão importante quanto a vida real. As duas fazem parte de mim assim como esta sublime imagem. Este espaço já foi um diário, um semanário e acima de tudo, já caiu no esquecimento. Estive para fechar “portas” como os demais deste sector “blogueiro”, mas tal não aconteceu. Hoje estou aqui, renascido como uma fénix, junto ao meu limoeiro, à espera de colher frutos. Não espero nada de ninguém a não ser uma resposta da natureza aos meus apelos. Neste espaço cresci, evolui e continuo a recriar-me  sob os desígnios da vida. Este espaço é dedicado aos meus devaneios sem data e hora marcada.
A vida não é uma escola, não estamos aqui para aprender. Estamos aqui para recordar e recriarmos quem somos” In Conversas com Deus vol.1, de Neale Donald Walsch.

Passerelle

Cona, coninha, foste buscar a sardinha, na brasa te queimas, na brasa te fodes.
Papos de cona são como as sardinhas, querem-se gordinhas e suculentas.
Lábios molhados, lábios sedosos, gruta desnuda, sardinha no papo.
De cueca na risca, não há mal para quem petisca.
No frio do oceano, o grelo engelha, as tetas ficam bicudas, as ancas ficam formosas, e as costas mais gostosas.
Não tenho amor pelo que vejo, mas tesão pelo que sinto.
Teu néctar chora por mim, como quem me chupa o sal no verão.
Na viagem, como em muitas outras experiências na vida, normalmente uma vez basta” in A Arte da Viagem de Paul Theroux