
Fui ver este filme ao cinema na parte da tarde, as expectativas eram bastante, o trailer prometia, mas no fundo não passava de uma grande desilusão, posso dizer que é dinheiro mandado ao lixo, não vale o que parecia ser, muita ficção e um elenco miserável, é mais um filme para colocar no sótão e talvez ser visto daqui a uns 20 anos e ver o cómico que era na altura, houve alturas em que não me parava de rir tais eram as situações naif´s que por lá aparecerem, vá lá que o Presidente dos EUA neste filme era negro para contracenar com a actualidade. Até estou admirado por fazerem referência à religião católica e tibetana é deveras interessante essa parte,
no final os barcos estilo "arca de noé" onde transportavam animais de zoo e animais racionais com dinheiro, sim porque só com dinheiro é que se salvavam neste filme porque os "pelintras" (mais conhecidos por sem money) morrem todos ou quase todos no final, este filme vai ser um piparote quando houver um remake cómico como nos estates lá gostam de fazer, tem cenas idênticas ao Poseidon, arca de noé e outros mais, aqui fica a sinopse do filme,
"Os Maias, uma das mais fascinantes civilizações de todos os tempos, deixaram uma profecia para o século XXI: no ano de 2012, todo o planeta entrará em colapso e sucessivos eventos irão convergir na destruição total da Humanidade.
Uma equipa de astrólogos, geofísicos e numerologistas resolve investigar a fundo o significado deste mito ancestral. E os cientistas chegam à assustadora conclusão que todos os cálculos são exactos e que e extinção da Humanidade está escrita há vários séculos. Quando as placas tectónicas começam a deslizar provocando múltiplas réplicas sísmicas em Los Angeles, instalando o caos e a destruição, Jackson Curtis (John Cusack) e toda a sua família começam uma viagem desesperada para impedirem a catástrofe prevista pelas antigas civilizações. Mas nem todos poderão ser salvos...
Mais um "thriller" apocalíptico de Roland Emmerich, depois de "O Dia Depois de Amanhã", "O Dia da Independência" e "10.000 AC".
P.s-Os Maias aqui nem entram, apesar de serem anunciados nesta grande profecia(risos), e para não esquecer este filme tem uns 12 minutos que foram cortados, basta olhar para o trailer e o filme para terem maior percepção.
E para os 2 "amigalhaços" com quem fui ver esta tarde este filme, só lhes tenho a dizer, que presumir sem conhecer o facto é uma estúpidês, agora manipular atitudes é que não vale a pena, pois não contem comigo,que rico gosto cinematográfico é de louvar(risos).
Vs

Outra treta de filme protagonizada num ambiente maravilhoso mas com uma péssima sinopse(história ou enredo) e actor, são coisas que já me vêm habituando no mundo cinematográfico, mesmo que este filme tenha sido de baixo custo deixou me a desejar,
graças a Deus que o vi não no cinema, pois senão era dinheiro mandado ao lixo, Deus queira que o Avatar(filme a estrear brevemente)não seja da mesma espécie de filmes futuristicos secantes como até agora os que já vi nesta vida, pena é que a lingua em todos eles seja americana/inglesa o que só por si perde logo à partida um pouco de valor, mas isto é o meu ponto de vista, aqui fica a sinopse,
"Sam Bell (Sam Rockwell) é um astronauta que se encontra há três anos na estação lunar de Sarang, onde é feita a extracção de Helium-3, a alternativa energética após a grave crise que afectou o planeta Terra, em alguma altura durante a segunda metade do século XXI.
A poucas semanas do fim da missão, que o levará de volta a casa, Sam começa a aperceber-se de acontecimentos estranhos, que ele se esforça por desvalorizar considerando dever-se ao isolamento dos últimos anos e à ansiedade pelo seu regresso.
Mas, depois de a comunicação com a Terra revelar falhas, Sam sofre um acidente que o fará encontrar pistas para algo que põe em causa até mesmo a consciência de si mesmo.
Um "thriller" futurista e claustrofóbico escrito e realizado por Duncan Jones."
P.s- se querem adormecer aconchegados numa sala de cinema, este filme é aconselhado(risos).
E agora para animar esta minha casa virtual, aqui fica música verdadeira(risos),
